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 ANA LUIZE - MINISTRANTE

ANA LUIZE - MINISTRANTE

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Perfil

Data de entrada: 8 de abr. de 2024

Sobre


Ana Luize

Minha missão é apoiar as pessoas a serem mestres de suas próprias vidas. Acredito que através da terapia nos tornamos conscientes de quem somos e qual nossa Ação no mundo, chamo isso de Mestria.

  • Terapeuta Integrativa, desde 2008                              

  • Dentista de formação com habilitação em Terapia Floral

  • Pós graduada  em Neurociência e Comportamento

  • É Mestre do Sistema de Florais de Saint Germain (Practitioner)

  • Terapeuta Floral formada nos sistemas Florais de Bach e Australiano 

  • Cromoterapia, Reikiana e Alinhamento de Chacras

  • Self & Professional Coach- Certificação Internacional

  • Hipnose Eriksoniana

  • Numerologia

  • Bioeletrografia GDV

  • Repertorização de Florais na Odontologia

  • Psicologia Positiva 

  • Psicanálise e Espiritualidade

  • Palestrante, e ministrou muitos cursos e workshops sobre Florais, Chacras, Autoconhecimento e Espiritualidade.

Posts (13)

28 de mar. de 20264 min
Indicação floral com mais clareza: como organizar o raciocínio terapêutico
Um dos maiores desafios de quem trabalha com terapia floral não é a falta de sensibilidade. Na maioria das vezes, o que pesa mesmo é outra coisa: o excesso de informação sem uma linha clara de raciocínio. A terapeuta estuda, se dedica, conhece essências, entende sintomas, escuta com atenção… mas, quando chega a hora de indicar os florais, bate a dúvida: Será que estou olhando para a raiz?Estou escolhendo pela dor mais urgente ou pelo padrão mais profundo?

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28 de fev. de 20263 min
Terapia Floral é só “intuição”? A diferença entre atender com feeling e atender com método
Existe uma frase que aparece muito quando o assunto é Terapia Floral: “Eu escolhi as essências porque senti.” E, sim — a sensibilidade é uma parte bonita do trabalho terapêutico. Só que, quando a gente fala de atendimento de verdade (com responsabilidade, constância e resultado), confiar apenas no “feeling” pode virar um problema. Porque uma coisa é sentir. Outra coisa é saber conduzir. E é exatamente aí que muita gente trava: estuda, se encanta com o tema, até acerta em alguns casos…

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12 de fev. de 20264 min
Você não “explode do nada”. Você só não aprendeu a regular o que sente.
Muda o cenário, muda a relação, muda a fase da vida… e mesmo assim a reação volta: ansiedade, irritação, culpa, silêncio, necessidade de controle, excesso de cobrança. E a grande questão é que isso quase nunca acontece por falta de força de vontade. Na maioria das vezes, a pessoa só não desenvolveu habilidades de gestão emocional. Ela até entende o que seria “o certo”, mas não consegue acessar isso no momento em que o emocional sobe.

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