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Indicação floral com mais clareza: como organizar o raciocínio terapêutico
Um dos maiores desafios de quem trabalha com terapia floral não é a falta de sensibilidade.
Na maioria das vezes, o que pesa mesmo é outra coisa: o excesso de informação sem uma linha clara de raciocínio.
A terapeuta estuda, se dedica, conhece essências, entende sintomas, escuta com atenção… mas, quando chega a hora de indicar os florais, bate a dúvida:
Será que estou olhando para a raiz?Estou escolhendo pela dor mais urgente ou pelo padrão mais profundo?
28 de mar.4 min de leitura


Terapia Floral é só “intuição”? A diferença entre atender com feeling e atender com método
Existe uma frase que aparece muito quando o assunto é Terapia Floral: “Eu escolhi as essências porque senti.”
E, sim — a sensibilidade é uma parte bonita do trabalho terapêutico. Só que, quando a gente fala de atendimento de verdade (com responsabilidade, constância e resultado), confiar apenas no “feeling” pode virar um problema.
Porque uma coisa é sentir. Outra coisa é saber conduzir.
E é exatamente aí que muita gente trava: estuda, se encanta com o tema, até acert
28 de fev.3 min de leitura
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