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O que muda nos seus atendimentos quando você aprende a trabalhar com florais
Existe uma camada emocional que muitas ferramentas terapêuticas não conseguem alcançar. Quando você aprende a trabalhar com florais de verdade, com formação e profundidade, essa camada abre. E o que muda nos seus atendimentos vai muito além de uma técnica nova: muda o olhar, muda a escuta, muda o resultado. Descubra o que terapeutas que se formaram em terapia floral relatam sobre a transformação na própria prática.
16 de abr.5 min de leitura


Indicação floral com mais clareza: como organizar o raciocínio terapêutico
Um dos maiores desafios de quem trabalha com terapia floral não é a falta de sensibilidade.
Na maioria das vezes, o que pesa mesmo é outra coisa: o excesso de informação sem uma linha clara de raciocínio.
A terapeuta estuda, se dedica, conhece essências, entende sintomas, escuta com atenção… mas, quando chega a hora de indicar os florais, bate a dúvida:
Será que estou olhando para a raiz?Estou escolhendo pela dor mais urgente ou pelo padrão mais profundo?
28 de mar.4 min de leitura


Terapia Floral é só “intuição”? A diferença entre atender com feeling e atender com método
Existe uma frase que aparece muito quando o assunto é Terapia Floral: “Eu escolhi as essências porque senti.”
E, sim — a sensibilidade é uma parte bonita do trabalho terapêutico. Só que, quando a gente fala de atendimento de verdade (com responsabilidade, constância e resultado), confiar apenas no “feeling” pode virar um problema.
Porque uma coisa é sentir. Outra coisa é saber conduzir.
E é exatamente aí que muita gente trava: estuda, se encanta com o tema, até acert
28 de fev.3 min de leitura


Você não “explode do nada”. Você só não aprendeu a regular o que sente.
Muda o cenário, muda a relação, muda a fase da vida… e mesmo assim a reação volta: ansiedade, irritação, culpa, silêncio, necessidade de controle, excesso de cobrança.
E a grande questão é que isso quase nunca acontece por falta de força de vontade. Na maioria das vezes, a pessoa só não desenvolveu habilidades de gestão emocional. Ela até entende o que seria “o certo”, mas não consegue acessar isso no momento em que o emocional sobe.
12 de fev.4 min de leitura
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