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Por que algumas dores voltam sempre? O corpo pode estar repetindo uma mensagem
Algumas dores não voltam por acaso. Neste texto, você vai entender como sintomas recorrentes podem ter relação com padrões emocionais repetidos e por que o corpo pode estar tentando transmitir uma mensagem importante.
8 de jun.5 min de leitura


Por que as pessoas que mais te irritam são um espelho da sua sombra interior
Você já se pegou irritada com alguém de um jeito que parecia grande demais para a situação? Descubra o que a psicologia de Jung revela sobre a sombra interior e como os florais ajudam nessa jornada de autoconhecimento e cura emocional.
24 de mai.6 min de leitura


O que muda nos seus atendimentos quando você aprende a trabalhar com florais
Existe uma camada emocional que muitas ferramentas terapêuticas não conseguem alcançar. Quando você aprende a trabalhar com florais de verdade, com formação e profundidade, essa camada abre. E o que muda nos seus atendimentos vai muito além de uma técnica nova: muda o olhar, muda a escuta, muda o resultado. Descubra o que terapeutas que se formaram em terapia floral relatam sobre a transformação na própria prática.
16 de abr.5 min de leitura


Indicação floral com mais clareza: como organizar o raciocínio terapêutico
Um dos maiores desafios de quem trabalha com terapia floral não é a falta de sensibilidade.
Na maioria das vezes, o que pesa mesmo é outra coisa: o excesso de informação sem uma linha clara de raciocínio.
A terapeuta estuda, se dedica, conhece essências, entende sintomas, escuta com atenção… mas, quando chega a hora de indicar os florais, bate a dúvida:
Será que estou olhando para a raiz?Estou escolhendo pela dor mais urgente ou pelo padrão mais profundo?
28 de mar.4 min de leitura


Terapia Floral é só “intuição”? A diferença entre atender com feeling e atender com método
Existe uma frase que aparece muito quando o assunto é Terapia Floral: “Eu escolhi as essências porque senti.”
E, sim — a sensibilidade é uma parte bonita do trabalho terapêutico. Só que, quando a gente fala de atendimento de verdade (com responsabilidade, constância e resultado), confiar apenas no “feeling” pode virar um problema.
Porque uma coisa é sentir. Outra coisa é saber conduzir.
E é exatamente aí que muita gente trava: estuda, se encanta com o tema, até acert
28 de fev.3 min de leitura


Você não “explode do nada”. Você só não aprendeu a regular o que sente.
Muda o cenário, muda a relação, muda a fase da vida… e mesmo assim a reação volta: ansiedade, irritação, culpa, silêncio, necessidade de controle, excesso de cobrança.
E a grande questão é que isso quase nunca acontece por falta de força de vontade. Na maioria das vezes, a pessoa só não desenvolveu habilidades de gestão emocional. Ela até entende o que seria “o certo”, mas não consegue acessar isso no momento em que o emocional sobe.
12 de fev.4 min de leitura
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